Não precisa dar sua opinião de verdade!

Um ex-aluno meu me disse:

“Muitas vezes eu ficava muito tempo ‘preso’ pensando se eu acreditava ou não naquilo”

Ele estava  se referindo à tese! Nunca aconteceu com você de escrever uma tese e depois se perguntar se era aquela mesmo sua opinião?

O fato é que você pode dar sua opinião verdadeira na tese, claro! Mas também pode dar uma opinião que não é a sua verdadeira! Pode sim! O  importante é pensar qual opinião seria mais prática de ser argumentada no meio do texto!

Pense: você terá 30 linhas para se explicar… e o corretor nunca saberá se sua opinião é aquela mesmo ou se você está mentindo! Então vá pelo caminho mais prático pra você.

Se você é a favor da pena de morte mas acha que é mais fácil argumentar contra ela, argumente contra ela! Você só está querendo ter sua redação bem avaliada, e seu corretor só está querendo verificar seu nível de clareza e correção da escrita.

 

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Pode inventar exemplo?

Crase é tão difícil né?! 😦

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Falha recorrente na imprensa – cuidado!

Vejam se encontram uma falha de gramática aqui neste texto da Veja SP:

 

A frase

“No texto, publicado na manhã de terça e logo apagado, contava como ela…”

não tem sentido, ela está sem sujeito. Quem contava?!

Ela deveria ser assim

O texto, publicado na manhã de terça e logo apagado, contava como ela…” 

Aí sim se tem um sujeito! Preste atenção aí na sua redação porque é uma falha muito comum hoje, e eu já falei sobre ela antes. E se você é ou vai se graduar como jornalista, treine comigo!

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Você acha sua redação infantil?

Tem medo de fazer redação curta?