O caso do aluno na camisa de força

Imaginem um aluno super tenso, desesperado mesmo, e às vésperas do vestibular.

Esse era o Felipe.

Dava para sentir o desespero no olhar dele! Ele também era bem desconfiado… achava que para conseguir escrever o suficiente para o vestibular de engenharia precisaria de um ano inteiro, e faltavam 4 meses!

E quem disse que eu conseguia convencê-lo de que ia dar tempo?!

Eu deixei pra lá. Como vocês devem saber, eu costumo usar técnicas de “coaching” e “coaching”  exige participação do aluno, não “forçação de barra” minha! 😀

A redação do Felipe era aquela redação toda certinha, inclusive os parágrafos tinham o mesmo tamanho (!), começavam do mesmo jeito… enfim… parecia uma fórmula!  Foi uma verdadeira lavagem cerebral pela qual ele tinha passado no cursinho.

E ele simplesmente não acreditava em mim quando eu dizia que os parágrafos não têm número certo de linhas. Era um choque. E alguma coisa dentro dele ainda exigia que ele continuasse fazendo parágrafos com X linhas. Era duro para ele, mas desbloqueio é assim mesmo… dói encarar a realidade.

Usar a primeira pessoa foi outro choque. Mas ele precisava encarar isso – imagine o que aconteceria se o vestibular pedisse a opinião do aluno, diretamente! E ele ia bem em todos os simulados, não podia perder essa chance!

Esse tipo de redação dá chances ao candidato, mas não em faculdades concorridas, porque são redações que ficam sempre com nota média. E em faculdades concorridas é necessário tirar notas mais altas. Na USP, onde ele sonhava estudar, a nota mínima de redação dos candidatos ficava na faixa dos 7,5.

E mesmo sendo uma fórmula, não tinha nada de fácil em escrever uma redação assim, engessada. Pelo menos ele sofria muito, me dizia que postergava a redação até o último minuto, detestava escrever. No cursinho ele ia bem nos simulados de redação, mas todo mundo sabe que as notas de redação dos cursinhos não são confiáveis… e realmente as notas dele não estavam nada boas quando começou o curso comigo.

O Felipe venceu ele mesmo! Depois de 3 meses de aula semanal e individual, a redação dele ficou soltinha, leve, simpática, cheia de opinião própria… ele estava feliz da vida porque estava à vontade até para usar os textos fornecidos pela proposta de vestibular, sem medo de repetir! Aliás algumas redações que ele escreveu no meu curso estão hoje aqui como redações-exemplo, sendo lidas pelos atuais alunos! Ficaram ótimas! Aqui ele ficou famoso…

Quanto mais bloqueado o aluno, melhor ele escreve quando se solta! Fato.

Isso foi em 2013. No fim do ano o Felipe Vasconcelos prestou os vestibulares e no começo de 2014 passou na USP, como ele queria, em Engenharia da computação, e levou consigo essa segurança para escrever, depois de superar os bloqueios que a escola e o cursinho criam!

A segurança para escrever é um presente que as técnicas de “coaching” trazem para meus alunos!

 

Tem promoção rolando – esta serve pra você?

Curso quinzenal ou semanal? Escolha!

Aula de 45 minutos ou 1 hora? Escolha!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s